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“Revalorizar” as nossas carteiras

O título do artigo é um pouco maroto, mas a ideia é mesmo essa.

Com a introdução do Euro em 2002, uma década depois, todos ficámos com a sensação que os preços aumentaram um pouco a reboque do facto de a nossa moeda ser uma das mais débeis da Europa. Embora a inflação não o demonstre, todos conhecemos o exemplo prático do café: um café em 2001 custava 50 escudos, passado uns anos começou a custar 50 cêntimos, hoje até mais. Não se sabe bem porquê, talvez em nome da facilidade de trocos.

Taxa de Inflação
Fonte: INE

Com isto, as moedas de 1, 2 e 5 cêntimos tornaram-se aquelas que ninguém deseja ter pois dão um peso razoável às carteiras e ao mesmo tempo valem muito pouco. Muitas vezes, o único destino onde encaixam é ajudar a fazer trocos, pois hoje em dia, não se compra praticamente nada por 5 cêntimos.

Moedas de 1, 2 e 5 cêntimos de euro

Mas é um facto que não deixa de ser dinheiro válido que todo junto em vez de disperso, pode ser um princípio para um mealheiro, uma conta poupança, ou um fundo de emergência.

Acima de tudo o que gostava de partilhar é que muitas vezes desvalorizamos as moedas pequenas em gestos subtis. Por exemplo, muitas vezes coloco o troco recebido no bolso em vez de o guardar na carteira e acabo por lhes perder o rasto. Contudo se lhes dermos um objectivo concreto colocando estas moedas de parte, estamos a atribuir mais valor a todo o dinheiro que entra e sai das nossas carteiras. Estes não são tempos para ignorar qualquer cêntimo que seja.

Que estratégias utiliza para poupar dinheiro? Conte-nos a sua experiência deixando o seu comentário.

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